terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TEMOS QUE SER UM!

Banda Alto Escolha cantando junto da Banda da Jubam no culto da Vitória 

(JUBAM) dia 30/01/2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Treinamento PROJETOS MISSIONÁRIOS DA JUBAM











Olá pessoal segue uma linda pequena do treinamento do treinamento que a KEROLAINE E O PASTOR JONATAS  estão participando... eles já estão quase retornamos, continuemos a orar por eles....





segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PALAVRA DO DIRETOR DA JUBAM SOBRE AS CHUVAS




Graça e Paz da Parte de Cristo Jesus, nosso Senhor!
Estamos nos aproximando de mais uma edição dos projetos missionários Pescador Jovem e Operação Invasão, que desde no início da década de 90 tanto abençoam nosso estado. Esse início de ano o nosso estado está sofrendo de maneira ainda mais violenta com as chuvas. Muitas cidades que receberão nossas equipes estão nesse momento com ruas alagadas, onde muitos de seus moradores perderam seus bens, e alguns a vida. Diante desse cenário cresce a preocupação e a insegurança de muitos pais em enviar seus filhos para o Operação Invasão ou até mesmo em participar do Pescador Jovem. Quero convocar a todos a clamar pelo nosso estado, por nossas cidades, pelo nosso povo, e clamar a DEUS mais essa oportunidade para pregar o seu amor, cuidado e zelo para com muitas vidas.
A coordenação da Área de Missões tem exaustivamente mantido contato com os obreiros que receberão as equipes de maneira a acompanhar toda situação do campo local, desde a infra-estrutura até a condição da população. Nossa equipe não enviará nenhum adolescente, jovem ou adulto para cidades em que a situação apresentada coloquem em risco sua segurança e integridade. No entanto estamos certos de que DEUS nos concederá mais essa oportunidade para abraçar e amar àqueles que estão necessitados.
Com Carinho,
Na Confiança do Pai,
Vinícius Almeida
Diretor Executivo da JUBAM

sábado, 7 de janeiro de 2012

Entrevista > > Ricardo Quadros Gouvea Professor de filosofia da Universidade Mackenzie (SP)

por Vilmara Fernandes
vfernandes@redegazeta.com.br

“Estelionato espiritual é crime” 

Para o professor Ricardo Quadros Gouvea, as instituições religiosas, com destaque para as neopentecostais – ...

A GAZETA

por Vilmara Fernandes
vfernandes@redegazeta.com.br

“Estelionato espiritual é crime”

Para o professor Ricardo Quadros Gouvea, as instituições religiosas, com destaque para as neopentecostais – responsáveis pela expansão das igrejas evangélicas no país –, se corromperam. Para crescerem, exploram os fiéis ao oferecer soluções imediatas: prosperidade e cura de enfermidades através de barganha com o mundo divino, no que ele chama de estelionato espiritual. “Não estão mais empenhadas em ensinar princípios éticos, valores cristãos”, avalia. Daí a necessidade de uma reforma, justifica. Ele defende ainda a existência de um controle público sobre o caixa das igrejas, independente do credo, para cobrar transparência, publicação de balancetes, e evitar a lavagem de dinheiro. Confira abaixo algumas de suas propostas.

Há algum tempo o senhor aponta que o protestantismo no Brasil precisa passar por uma reforma. Por quê?
Há um princípio no protestantismo de que as coisas não estão e jamais estarão acabadas: a interpretação da Bíblia, o estudo bíblico, a reforma da igreja, propriamente. Sempre tem algo que precisa ser revisto, reformado, consertado. É preciso que a teologia, que a vida eclesiástica, tenha a mesma dinâmica, o que, infelizmente, com o tempo o protestantismo perdeu.

Deixaram de ser protestantes?
Perderam essa força motriz, que é o princípio protestante. Quiseram se tornar pequenas Romas, ser a igreja que é dona da verdade, que intermedia a relação com Deus, que tem o poder de determinar o que se deve crer. O protestantismo nasce em rebeldia contra isso, rejeitando essa posição da igreja de que ela determina como devo ler e interpretar a Bíblia. Esse foi o espírito libertador de Martin Lutero e de João Calvino.

Como aconteceu esse distanciamento dos princípios?
Com o tempo, por uma questão política e econômica. As instituições tendem a degenerar. O dinheiro corrompe tudo: a arte, a educação e a religião. As instituições religiosas, na chamada era pós-moderna, não são de confiança. Ninguém confia mais nelas, no que fazem muito bem. Mas isso não quer dizer que a religião morreu ou que ninguém quer mais espiritualidade. As pessoas estão sedentas de uma genuína religiosidade.

Vivemos um momento de busca...
Mas ninguém confia mais que as instituições tenham autoridade, isenção, condições de nos oferecer um produto pronto, que nos seja satisfatório. Então as pessoas compõem, constroem uma espiritualidade pessoal, colhendo aqui e ali, o néctar de cada flor, o produto de sua própria espiritualidade. E sem querer compromissos com uma instituição em particular.

E na era da informação isso ficou mais fácil.
Sem dúvida. Você tem acesso a informações mais rápidas, pode desenvolver um senso crítico, ainda que não ajude na formação educacional. Hoje as pessoas não são facilmente enganadas com propostas religiosas que fazem dos indivíduos reféns, instrumentos, ferramentas nas mãos de grandes instituições religiosas, sejam elas católicas, protestantes, cristãs ou não-cristãs. Porém, há o outro lado da moeda.

Qual?
Com isso pulverizou-se, surgiram milhares de igrejas cristãs que passaram a oferecer um produto de religiosidade que tem pouco a ver com cristianismo. Apesar de se dizerem igrejas cristãs, oferecem um produto que interessa, que satisfaz as pessoas, mais imediatamente: prosperidade financeira, cura de enfermidade e assim por diante.

Uma barganha divina.
Igrejas que propõem uma religiosidade análoga à pagã, da antiguidade, que estabelecia essa troca com deuses. Isso também existe na espiritualidade popular católica romana, no culto aos santos. Interessa ao público mais ingênuo, porque é mais rápido, resolve o problema imediatamente. Beira a magia e é muito atraente. Posso fazer um trabalho, ritual, manipular os poderes espirituais, angelicais, divinos, para que me favoreçam. Mas a proposta do cristianismo no Novo Testamento, e particularmente do protestantismo, é outra.

Qual?
Do desenvolvimento pessoal, do cultivo de uma genuína moralidade que envolva conceitos de respeito ao semelhante, cultivo de virtudes, eliminação de vícios, de uma transformação pessoal que opera de dentro para fora. Não a barganha, a comercialização que as igrejas neopentecostais no Brasil estão oferecendo. O que, na verdade, é uma corrupção. As instituições querem se manter, crescer e passam a explorar as pessoas porque precisam de dinheiro.

Estamos falando de martelo para matar demônio, de balas ungidas por pastores...
De todo tipo de estelionato espiritual. Isso é crime, mas é muito comum. As igrejas neopentecostais não estão mais empenhadas em ensinar princípios éticos, valores cristãos. O ensino passou a ser de cunho mágico, com a barganha dos poderes divinos para obter favores para si, quando na verdade os problemas vêem até nós para que nos tornemos mais fortes, do ponto de vista espiritual. Este tipo de espiritualidade matou a educação moral, que foi muito importante no ensino protestante, e que tem a ver com dinheiro e os relacionamentos humanos.

O senhor pode exemplificar?
Quando cito a ética calvinista do trabalho, falo em três princípios. Um deles é a honestidade. O trabalhador cristão tem que ser honesto, mas austero; deve usar o dinheiro com parcimônia. Por fim, um senso de vocação. Quanto executo o meu trabalho, não o faço em troca de um salário, de dinheiro. Estou servindo à sociedade. Esse é um dos cernes do protestantismo, mas foi esquecido, abandonado. Onde é ensinado em alguma igreja? A mensagem do cristianismo original não é de soluções imediatas para as minhas necessidades materiais ou físicas. É um ideal para o ser humano e para a sociedade do ponto de vista ético e da cidadania. O problema é que as pessoas só conhecem o cristianismo sociológico.

Qual?
O que você vê na rua, que é uma caricatura. Uma garagem em que um pastor, que não estudou teologia, não entrou para o seminário, talvez não tenha nem educação básica, começa a pregar o que ele diz que é o cristianismo. Em nome de Deus fazem de tudo: matam, roubam, enganam, são corruptos, se prestam a lavagem de dinheiro.

Por falta de controle público?
Deveria haver um órgão público para controlar, cobrar transparência, publicação de balancetes, independente do credo. É preciso que haja um certificado público em benefício da população. As igrejas recolhem ofertas, vem muito dinheiro picado, ninguém passa recibo. Para fazer lavagem de dinheiro num ambiente desse é muito fácil.

Mas há uma resistência em aceitar este tipo de controle.
Isso evitaria estelionato, extorsão e outros crimes decorrentes da exploração da fé. Mas não tenho esperança de que isso aconteceça. Também sou contra a isenção de impostos, que virou um negócio. Acho que as igrejas têm que contribuir para o país.

E como fica o poder delas?
Vão esvaziar, fechar as portas, porque dependem da contribuição dos fiéis, o que torna-se um círculo vicioso. As religiões precisam de dinheiro e têm que oferecer a solução imediata que as pessoas querem; e as pessoas mantêm estas igrejas. Tudo é uma grande corrupção, mas a Bíblia alerta para isso, no que chama de a abominável desolação. Acredito que é isso o que estamos vivendo agora.

Nesse contexto fica difícil separar o joio do trigo.
Mas não é para separar. Jesus dizia isso. É preciso conviver com o joio, que nos ajuda a crescer em paciência, tolerância, misecórdia, amor, até mesmo com aqueles que pregam coisas que a gente considera erradas e que distorcem o sentido da fé cristã. É preciso ter paciência.

Vida dedicada à ciência da religião

Formação. Ricardo Quadros Gouvea, casado, 46, é formado nas áreas de Filosofia, Ciências da Religião, Teologia, História intelectual, Letras e Comunicação Social. Doutor em estudos históricos e teológicos pelo Westminster Theological Seminary, na Pennsylvania, e está para concluir seu segundo doutorado na USP.

Atuação. É professor de Filosofia e pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Valores da pós-graduação do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde leciona ainda no curso de pós-graduação em ciências da religião. É pastor da Igreja Presbiteriana do bairro do Limão, em São Paulo.

Livros. Tem vários artigos publicados, dentre eles, Um Olhar sobre Ética e Cidadania e O Evangelho de Nárnia. Além de três livros: Paixão pelo Paradoxo: Uma Introdução aos Estudos de Kierkegaard e Sua Concepção da Fé Cristã; e A Palavra e o Silêncio: Kierkegaard e a Dialética entre a Razão e a Fé em Temor e Tremor e A Piedade Pervertida: Um Manifesto Anti-Fundamentalista em nome de uma Teologia de Transformação).

Em Vitória. Participou do projeto “Teologia Antenada”, da Faculdade Unida, programa de discussão teológica que traz grandes nomes da teologia nacional.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

CULTO DA VITÓRIA 2012

A JUBAM começará mais um ano com ações missionárias. Nos próximos dias 20 a 30 de Janeiro 13 equipes serão enviadas para cidades mineiras com objetivo de levar a esperança da salvação em Cristo e alento para muitas vidas em sofrimento. São aproximadamente 250 jovens, adultos e adolescentes voluntários envolvidos nessas ações. As cidades alcançadas serão:
Operação Invasão: 
Juatuba
Timóteo
Timóteo – Recanto Verde
Formiga
Rubim
Conselheiro Lafaiete
Matipó
Pescador Jovem:
Açucena
Pompéu
Pedra Azul
Brumadinho
Manhuaçu
Juiz de Fora
Ore por essas equipes!
Dia 30 de Janeiro, você é nosso convidado para participar de uma grande festa. O Culto da Vitória, onde celebraremos todas as vitórias no campo missionário. Será na IB Barro Preto às 19h.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Explicação Bíblica! Sou Salvo ou Escolho ser Salvo!


Há alguma explicação Bíblica para a eleição segundo o Calvinismo?
A Bíblia afirma que Cristo morreu por todo homem. Nota-se que os versos seguintes claramente relata:
  • " E ele é a propiciação de nossos pecados: e não para os nossos apenas, mas ele é a propiciação de nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo". (1 João 2:2)
  • "E deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único filho, para a todo que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna".(João 3:16)
  • " Isto é bom e aceitável aos olhos de nosso Salvador; que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade".(1Tim. 2:4)
  • "O qual ( falando Jesus) se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo".(1Tim.2:6)
  • "Porque o amor de nos constrange, julgando nós assim: que se um morreu por todos, logo, todos morreram".(2Cor.5:14)
  • " E disse ide por todo o mundo, e pregai as Escrituras".(Mar.16:15).
  • " O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia, mas é longânime para convosco, não querendo que nenhum se percam, senão que todos venham a arrepender-se."(2Pedro3:9).
  • "Mas Deus não tendo em conta o tempo da ignorância, anuncia agora, a todos os homens, em todo o lugar que se arrependam".(Atos17:30).
  • "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida".(Rom.5:18).
  • "Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que for a feito um pouco menor que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos". (Hebr.2:9).


Claramente cada versículo das escrituras acima ensina que Cristo morreu por todo homem em qualquer lugar e deseja que todo homem seja salvo. Qualquer ensino de homem que contradiz esta verdade é falsa.Isto é entendido que aqueles que se baseiam na expiação limitada, contará dizendo " o mundo"e "os homens", realmente não diz todo o mundo e todos os homens, mas se rever apenas aos "eleitos". Seguramente, tal linha de pensamento é baseada nas razoes das faltas do homem, e não parece com princípios hermenêuticos. O claro sentido da palavra mundo (cosmos), usado da Bíblia significa toda a terra e todos nela e no mundo perdido. Nunca é usado na Bíblia referindo eleição de Deus. A palavra Todos é tudo incluído.Todos homens, incluem toda a espécie humana.Se Deus queria limitar a porção de salvação, Ele poderia escolher uma melhor palavra para "todos", " mundo" e "todo" homem! Ele escolheu estas palavras porque isto convém a intenção de Deus. Ele pagou o preço por todos os pecados dos homens em todo o mundo! Ele trouxe com seu próprio sangue o direito de oferecer a salvação. Expiação limitada quer dizer que Ele apenas sofreu por aqueles que serão salvos e isto é claramente um falso ensino bíblico.

Os Calvinistas devem reprovar tais ensinos de ensinar que a morte de Cristo foi limitada a apenas certos homens que poderia ser salvos. Devem concluir que quando pregam o Evangelho e apresentam salvação aos seus ouvintes estão por certo "batendo a língua no queixo". Devem admitir que estão oferecendo não pode ser concebido. O Evangelho que se tornou "Boas Novas" é para seleção de poucos. Os outros estariam desperdiçando o tempo em ouvir sobre a morte o enterro e a ressurreição de Cristo, pois eles não poderiam receber a Cristo.
Jesus disse que os habitantes de Sodoma e Gomorra receberiam menos juízo no dia do julgamento do que o povo de Israel. Ele alegou a isso pela razão de eles tendo o ouvido e a Ele rejeitado como o Messias.( Mateus 10:15). Claramente porque ouviram e rejeitaram a verdade. Eles seriam mais duramente castigados do que aqueles que não tiveram o privilegio de ouvirem a verdade. Se as cidades de Israel não poderiam corresponder com a verdade após ouvir a Jesus por estarem predestinadas ao inferno, em que base poderia a Deus fazer o julgamento mais severo do que aqueles que não o ouviram.? Não há dúvida que Deus os têm em conta por seus pecados por rejeitarem a verdade e que eles poderiam ter ouvido e arrependido.


A grande comissão para ir em todo o mundo e pregar o Evangelho perderia sua intenção. Por que pregar se Deus salvará os eleitos de qualquer forma. Os Calvinistas mais uma vez dizem, que Deus nos manda a pregar o Evangelho para encontrar os eleitos. Isto é um exemplo da falha da razão humana. Se a Bíblia ensina que devemos ensinar aos homens em todos os lugares e que serão salvos por crerem que Jesus e Deus em fato oferece a salvação para um determinado número previamente escolhido, então estaríamos nos tornando em mentirosos! É mentira dizer a alguém que Deus o salvará , se a Bíblia diz que não podem ser salvo!

ATOS 17:30-31, ensina que o homem é responsável e será julgado pelos seus pecados. A base do julgamento é em fato que Cristo veio ao mundo para trazer a salvação. Se você retira do homem a responsabilidade de receber a Cristo como seu salvador, se você retira do homem a chance de ser salvo. Então você deixa a Deus sem uma base para o julgamento. Não se pode condenar o homem por não receber alguma coisa que não é capaz de receber.


Voltando atrás para os muitos versículos, colocando que Cristo morreu pelos pecados do "mundo" você deve concluir que a morte de Cristo foi para a salvação para aqueles que crêem e ao mesmo tempo para confirmar a condenação para aqueles que não crêem.

Atos 17:31 "Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando -o dos mortos.


É bíblico o Arminianismo?

A bíblia afirma que todos os homens são pecadores, sem méritos e salvos pela graça de Deus a parte de nenhuma obra do homem.
  • Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.(Efésios 2:8-9)
  • Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.(Rom. 3:23)
  • Mas as escrituras encerrou tudo debaixo do peado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes.( Gal. 3:22).
  • Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniqüidade de nós todos.( Isaias 53:6).
  • Por que o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim; que se um morreu por todos, logo todos morreram.( 2Cor. 5:14).
  • Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.( Rom. 5:12).


É bem claro o testamento de Deus que o homem é pecador e impossibilitado de salvar-se a si mesmo. E também dizer que o homem é uma partícula da divindade ou bondade, contradiz o que a Bíblia diz. Os Arminianos ensinam que o homem tem contribuição em sua salvação, no entanto isto é falta da razão humana não suportada pela Bíblia. Deus diz, " … Porquanto, a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita a lei de Deus, nem em verdade o pode ser.( Rom. 8:7).



A Bíblia ensina quando o homem é salvo ele recebe eterna vida. Os Arminianos ensinam que se o homem tem em parte a sua salvação, ele no entanto é um resultado natural, mas deve ter boas obras para assim manter a salvação. De acordo co esse ensino o crente pode deixar de crer e deixar a graça.


A Bíblia manda ao homem crer.
As escrituras nos fala que o homem deve crer em Jesus Cristo, para receber a salvação. Literalmente há centenas de Escrituras que ensinam o homem que deve crer, confiar e ter fé em Deus.
  • Porque Deus deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)
  • Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é p poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do Judeu e também do grego.(Rom. 1:16)
  • Sendo justificado pela fé, temos paz co Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.(Rom.5:1).
  • Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós é dom de Deus.(Ef.2:8).
  • Visto como na sabedoria de Deus, o mundo não conheceu a Deus, pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. (1Cor.1:21).
O homem deve crer para receber de Deus o presente da salvação. Crer é um ato da vontade do homem . Exercer a sua vontade e crer no que Deus há dito, o homem não tem nada o que contar vantagem ou gabar-se. O ato da expiação dos pecados foi feito por Jesus, não pelo homem. Esta oferta de expiação não foi feita porque você merece, ou porque você ganhou, mas porque Ele se dispôs, quis que você tivesse a salvação. Poderia você conseguir um presente e depois mudar a situação dizendo que você merecia? É quase certo que não.A pessoa que oferece o presente é que determina a si mesma a quem da o presente, e não a quem recebe.


O calvinista está certo em dizer que a salvação é um ato de soberania de Deus. Mas está errado em concluir que recebendo a Cristo , de algum modo é mérito de salvação. O extremo ponto de vista dos calvinistas está errado quando tira do homem a responsabilidade de receber a Cristo, atestando que Deus decretou alguns para ser salvos e outros para a perdição. Deus comanda a todo homem a crer e receber a Jesus Cristo. O homem não pode exercitar sua vontade for a do limite estabelecida por Deus. E um ato de Sua vontade (de Deus) possibilitou o homem a receber a salvação.



O calvinismo que leva a razão humana ao extremo, não é Bíblico confundindo de "Segurança do Crente" com a doutrina "Salvação Assegurada". A Bíblia claramente Ensina que o homem pode voltar atrás, e deixar que o pecado domine a sua vida. Mas em Heb. 11:6-11, Cor. 11:30 e João 5:16, Deus lançará o pecador igualmente á morte. A doutrina Bíblica é de "segurança" não de "perseverança dos santos.



Os Arminianos estão certos que é de responsabilidade do homem receber a Cristo e que o homem deve receber a cristo por meio da fé. Mas está errado em dizer que o homem pode crer porque tem uma partícula de divindade em si. E está grosseiramente errado em concluir que, pelo crer, também tem parte em sua expiação.

Salvação é um total ato de Deus e não do homem. Quando o homem recebe a Cristo, ele torna uma nova criatura em Cristo Jesus.


EXPLICAÇÃO BÍBLICA.

Muitos evangélicos que aceitam literalmente a interpretação das escrituras, têm encontrado melhor entendimento rejeitando o extremismo do sistema Calvinismo quanto do Arminianismo. Ambos têm caído na armadilha preparada pelo conhecimento do homem, que tenta explicar e sistematizar a cada ato de Deus. Deus claramente não disse tudo ao homem a seu respeito, nem tão pouco "porque" de tudo que Ele tem feito. Mas o que ele tem revelado, devemos crer, confiar, aceitar e viver.


Deus fez a salvação tão simples e clara que mesmo uma pequena criança pode crer e ser salva e ser uma testemunha a outros. Qual é o valor de gastar o tempo em incontáveis horas calculando sistemas teológicos segunda a imaginação de tudo o que Deus tem feito?



A Bíblia diz; você pode conhecer a arvore pelo fruto. Isto é bem aplicado aqui. Qual tem sido o fruto do Calvinismo e do Arminianismo?



Em minha opinião, ambos tem levado a falso ensino. Uma resposta dos que se apoiam na doutrina de eleição é atacar por julgamento aos que diferem de seus ponto de vista. Gordon Clark critica aos que diferem dos calvinistas, concluindo que eles não são estudante da Bíblia e não estão interessados em doutrina. É um julgamento insensato.

Paulo disse em 2 Tim. 3:16-17, …" Toda Escritura é divinamente inesperada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra." Porque, alguém poderia perguntar, alguns grupos têm tanta fixação em doutrinas de eleição e predestinação? C. D. Cole, faz duro julgamento aos que não aceitam o calvinismo. "Ah, o real problema em objetar não é a predestinação, é algo mais: Seus problemas é a total depravação ou a inabilidade do homem em fazer o bem."

John MacArthur acusa objetores do calvinismo, sendo como orgulho.



Kenneth Good, coloca a tradicional Batista sendo campo do Calvinista, disse: "É lamentoso que emoção e confusão parece reinar nas discussões de Calvinismo versus Arminianismo. Consideravelmente mais calor que luz está sendo gerado pela energia presente.



Em minha opinião ambos tem levado extrema posição, e igualmente não tem provado seus sistema para ser completamente Bíblico. Ambos contem verdade, mas vão além do que Deus faz. Eu não acho que isto pode totalmente entendido por nenhum homem. Tenho sido estudante da Bíblia desde que fui salvo em 1972 aos 30 anos de idade. Com gratidão, agradeço aos que me fizeram pensar e aceitar a Bíblia como a maior autoridade em minha fé e prática. A bíblia é autoridade, e não sistema teológico para o homem.


Não tenho orgulho por ser salvo. Mas temor e respeito pela verdade de que o Senhor Jesus morreu na cruz do calvário pelos meus pecados. Estou profundamente grato, pois Deus amou tanto este cego pecador! E eu rejeito totalmente a idéia de que recebi a salvação por meus méritos! Eu era, como disse o Senhor, um pecador, cedido ao pecado, um filho do pecado, sem sem razão própria. Foi salvo pelo ato de soberania de nosso amoroso Deus, que veio a terra, se tornou homem e pagou totalmente meus pecados. Eu não merecia a salvação e estava totalmente entregue a minha natureza pecadora. Eu, absolutamente não tinha nenhuma partícula de divindade em mim. Mas Jesus me amou, Ele sofreu por mim enquanto eu ainda estava em meus pecados. Ele providenciou um meio e uma maneira para a minha salvação.


O homem não pode se orgulhar ou tomar nenhum mérito em parte de sua salvação."Pela graça sois salvos, através da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus, não vem das obras para que ninguém se glorie. (Efes. 2:8-9).

O homem não pode ganhar a salvação por boas obras. "Mas, aquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça."(Rom. 4:5).



O homem não possuí nenhum mérito, nem bondade em si para basear a sua salvação. "Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores."(Rom. 5:8).



"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus."(Rom. 3:23).



Muitos na história tem caído em armadilha por ir além das Escrituras, vão com a razão humana tentar explicar e sistematizar as ações de Deus. O resultado de tal racionalização é que em muitos casos, caem em extremismos. É um extremismo afirmar que Deus predestinou alguns homens a serem condenados e não oferecê-los salvação. E igualmente uma extrema afirmação dizer que o homem ganha a salvação por mérito.



Cada perspectiva que procura violar ensinos Bíblicos, não podem ser verdade. Em minha posição pessoal, rejeito os extremos tanto dos Calvinistas quanto os Arminius, e não uso nenhum deles para identificar minha posição que é na Bíblia.



Fonte: Perdão Não lembro o nome do site que retirei o texto.

Um bom debate!

Ao longo dos anos, a estudada resposta do Sínodo de Dort às heresias arminianas tem sido apresentada na forma de um acróstico formado pela palavraTULIP. Daí o nome deste pequeno livro.
Os Cinco Pontos do Calvinismo são:
T
Total Depravity
Depravação Total
U
Unconditional Election
Eleição Incondicional
L
Limited Atonement
Expiação Limitada
I
Irresistible Grace
Graça Irresistível
P
Perseverance of Saints
Perseverança dos Santos

Uma vez que vamos examinar, pormenorizadamente, aquilo que os teólogos reformados de Dort querem dizer com os Cinco Pontos cio Calvinismo, retro referidos, consideremos primeiro, sumariamente, os Cinco Pontos do Arminianismo.
1.VONTADE LIVRE : O primeiro ponto do arminianismo sustenta que o homem é dotado de vontade livre.
1.1. Os reformadores reconhecem que o homem foi dotado de vontade livre, mas concordam com a tese de Lutero — defendida em sua obra “A Escravidão da Vontade” —, de que o homem não está livre da escravidão a Satanás.
1.2. Arminius acreditava que a queda do homem não foi total, e sustentou que, no homem, restou bem suficientemente capaz de habilitá-lo a querer aceitar Cristo como Salvador.
2.ELEIÇÃO CONDICIONAL
2.1. Arminius ensinava também que a eleição estava baseada no pré-conhecimento de Deus em relação àquele que deve crer.
2.2. Em outras palavras, o ato de fé, por parte do homem, é a condição para ele ser eleito para a vida eterna, uma vez que Deus previu que ele exerceria livremente sua vontade, num ato de volição positiva para com Cristo.
3.EXPIAÇÃO UNIVERSAL
3.1. Conquanto a convicção posterior de Arminius fosse a de que Deus ama a todos, de que Cristo morreu por todos e de que o Pai não quer que ninguém se perca, ele e seus seguidores sustentam que a redenção (usada casualmente como sinônimo de expiação) é geral. Em outras palavras:
3.2. A morte de Cristo oferece a Deus base para salvar a todos os homens.
3.3. Contudo, cada homem deve exercer sua livre vontade para aceitar a Cristo.
4.A GRAÇA PODE SER IMPEDIDA
4.1. O arminiano, em seguida, crê que uma vez que Deus quer que todos os homens sejam salvos, ele envia seu Santo Espírito para atrair todos os homens a Cristo.
4.2. Contudo, desde que o homem goza de vontade livre absoluta, ele pode resistir à vontade de Deus em relação a sua própria vida. (A ordem arminiana sustenta que, primeiro, o homem exerce sua própria vontade e só depois nasce de novo.)
4.3. Ainda que o arminiano creia que Deus é onipotente, insiste em que a vontade de Deus, em salvar a todos os homens, pode ser frustrada pela finita vontade do homem como indivíduo.
5.O HOMEM PODE CAIR DA GRAÇA
5.1. O quinto ponto do arminianismo é a conseqüência lógica das precedentes posições de seu sistema.
5.2. O homem não pode continuar na salvação, a menos que continue a querer ser salvo.

O CONTRASTE
Quando contrastamos estes Cinco Pontos do Arminianismo com o acróstico TULIP, que forma os Cinco Pontos do Calvinismo, torna-se claro que os cinco pontos deste são diametralmente opostos aos daquele. Para que possamos ver claramente as “linhas de batalha” traçadas pelas afiadas mentes de ambos os lados, comecemos por fazer um breve contraste entre as duas posições à base de ponto por ponto.
PONTO 1
1.1.O arminianismo diz que a vontade do homem é ‘livre’ para escolher, ou a Palavra de Deus, ou a palavra de Satanás. A salvação, portanto, depende da obra de sua fé.
1.2.O calvinismo responde que o homem não regenerado é absolutamente escravo de Satanás, e, por isso, é totalmente incapaz de exercer sua própria vontade livremente (para salvar-se), dependendo, portanto, da obra de Deus, que deve vivificar o homem, antes que este possa crer em Cristo.
PONTO 2
2.1.Arminius sustentava que a ‘eleição’ é condicional, enquanto os reformadores sustentavam que ela é incondicional. Os arminianos acreditam que Deus elegeu àqueles a quem ‘pré-conheceu’, sabendo que aceitariam a salvação, de modo que o pré-conhecimento [de Deus] estava baseado na condição estabelecida pelo homem.
2.2 Os calvinistas sustentam que o pré-conhecimento de Deus está baseado no propósito ou no plano de Deus, de modo que a eleição não está baseada em alguma condição imaginária inventada pelo homem, mas resulta da livre vontade do Criador à parte de qualquer obra de fé do homem espiritualmente morto.
2.3 Dever-se-á notar ainda que a segunda posição de cada um destes partidos (arminianos e calvinistas) é expressão natural de suas respectivas doutrinas a respeito do homem. Se o homem tem “vontade livre”, e não é escravo nem de Satanás nem do pecado, então ele é capaz de criar a condição pela qual Deus pode elegê-lo e salvá-lo. Contudo, se o homem não tem vontade livre, mas, em sua atual situação, é escravo de Satanás e do pecado, então sua única esperança é que Deus o tenha escolhido por sua livre vontade e o tenha elegido para a
salvação.
PONTO 3
Os arminianos insistem em que a expiação (e, por esta palavra, eles significam ‘redenção’) é universal. Os calvinistas, por sua vez, insistem em que a Redenção é parcial, isto é, a Expiação Limitada é feita por Cristo na cruz.
3.1. Segundo o arminianismo, Cristo morreu para salvar não um em particular, porém somente àqueles que exercem sua vontade livre e aceitam o oferecimento de vida eterna. Daí, a morte de Cristo foi um fracasso parcial, uma vez que os que têm volição negativa, isto é, os que não a querem aceitar, irão para o inferno.
3.2. Para o calvinismo, Cristo morreu para salvar pessoas determinadas, que lhe foram dadas pelo Pai desde toda a eternidade. Sua morte, portanto, foi cem por cento bem sucedida, porque todos aqueles pelos quais ele não morreu receberão a “justiça” de Deus, quando forem lançados no inferno.
PONTO 4
4.1.Os arminianos afirmam que, ainda que o Espírito Santo procure levar todos os homens a Cristo (uma vez que Deus ama a toda a humanidade e deseja salvar a todos os homens), ainda assim, como a vontade de Deus está amarrada à vontade do homem, o Espírito [de Deus] pode ser resistido pelo homem, se o homem assim o quiser. Desde que só o homem pode determinar se quer ou não ser salvo, é evidente que Deus, pelo menos, ‘permite’ ao homem obstruir sua santa vontade. Assim, Deus se mostra impotente em face da vontade do homem, de modo que a criatura pode ser como Deus, exatamente como Satanás prometeu a Eva, no jardim [do Éden].
4.2. Os calvinistas respondem que a graça de Deus não pode ser obstruída, visto que sua graça é irresistível. Os calvinistas não querem significar com isso que Deus esmaga a vontade obstinada do homem como um gigantesco rolo compressor! A graça irresistível não está baseada na onipotência de Deus, ainda que poderia ser assim, se Deus o quisesse, mas está baseada mais no dom da vida, conhecido como regeneração. Desde que todos os espíritos mortos (alienados de Deus) são levados a Satanás, o deus dos mortos, e todos os espíritos vivos (regenerados) são guiados irresistivelmente para Deus (o Deus dos vivos), nosso Senhor, simplesmente, dá a seus escolhidos o Espírito de Vida.
No momento em que Deus age nos eleitos, a polaridade espiritual deles é mudada: Antes estavam mortos em delitos e pecados, e orientados para Satanás; agora são vivificados em Cristo, e orientados para Deus.
É neste ponto que aparece outra grande diferença entre a teologia arminiana e a teologia calvinista. Para os calvinistas, a ordem é: primeiro o dom da vida, por parte de Deus; e, depois, a fé salvadora, por parte do homem.
PONTO 5
511. Os arminianos concluem, muito logicamente, que o homem, sendo salvo por um ato de sua própria vontade livremente exercida, aceitando a Cristo por sua própria decisão, pode também perder-se depois de ter sido salvo, se resolver mudar de atitude para com Cristo, rejeitando-o! (Alguns arminianos acrescentariam que o homem pode perder, subseqüentemente, sua salvação, cometendo algum pecado, uma vez que a teologia arminiana é uma “teologia de obras” — pelo menos no sentido e na extensão em que o homem precisa exercer sua própria vontade para ser salvo.) Esta possibilidade de perder-se, depois de ter sido salvo, é chamada de “queda (ou perda) da graça”, pelos seguidores de Arminius. Ainda, se depois de ter sido salva, a pessoa pode perder-se, ela pode tornar-se livremente a Cristo outra vez e, arrependendo-se de seus pecados, “pode ser salva de novo”. Tudo depende de sua contínua volição positiva até à morte!
5.2. Os calvinistas sustentam muito simplesmente que a salvação, desde que é obra realizada inteiramente pelo Senhor — e que o homem nada tem a fazer antes, absolutamente, “para ser salvo” —, é óbvio que o “permanecer salvo” é, também, obra de Deus, à parte de qualquer bem ou mal que o eleito possa praticar. Os eleitos ‘perseverarão’ pela simples razão de que Deus prometeu completar, em nós, a obra que ele começou. Por isso, os cinco pontos de TULIP incluem a Perseverança dos Santos.