sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Preceitos para uma Vida Espiritual Bem-sucedida
I Tessalonicenses 5:12-25
Em quase todas as áreas do setor produtivo e também do acadêmico temos como aferir os resultados desejados a partir de modelos básicos. Em qualquer indústria que se preze há o setor que responde pela qualidade de seus produtos. Isso significa que é normal encontrar praticamente em qualquer área como se pode conferir que a produtividade, a qualidade e o devido sucesso, sejam demonstrados e mensurados.
Não seria estranho se no nível pessoal e espiritual da vida não tivéssemos como aferir os resultados que desejamos? Em outras palavras, não seria completamente absurdo que justamente nas áreas mais necessárias não pudéssemos averiguar se alguém está tendo sucesso ou não? Penso que este é o maior desastre que o Cristianismo vem sofrendo nestes tempos.
É justamente por não estarmos dando atenção aos fatores espirituais que verdadeiramente contribuem para o sucesso, para o crescimento interior e para a vida espiritual bem-sucedida que temos visto tanta coisa grotesca e monstruosa nos arraiais cristãos. É por não darmos atenção aos preceitos bíblicos que vemos muita gente que se diz cristã, agir como ímpios que não conhecem o Senhor.
Tomando por base o texto de Tessalonicenses, vamos estabelecer alguns princípios e preceitos que certamente nos farão perceber e discernir se alguém está sendo bem-sucedido em sua caminhada espiritual ou não. Vejamos o significado de vida bem-sucedida nos termos das Escrituras e façamos, então, comparação com o que temos visto.
Descrevi à minha maneira de pensar, 12 preceitos de vida espiritual bem-sucedida e ministrei em um domingo na nossa Comunidade. A pergunta que perpassa esses princípios é: quais as características demonstráveis de vida espiritual bem-sucedida que devemos encontrar em alguém? Lembrando-nos que absolutamente ninguém é perfeito e que essas características devem ser vistas como alvos e objetivos a serem alcançados.
1 – Possuir uma correta relação com seus superiores (v.12,13) – é interessante que Paulo inicie suas exortações finais nesta carta justamente orientando os irmãos a terem o trato correto com as autoridades na igreja. Ele usa expressões como reconhecê-los, estimá-los e amá-los. Ora, sabemos que os nossos líderes e pastores não são perfeitos e nem sempre acertam em tudo, mas não somos autorizados em parte alguma das Escrituras a não respeitá-los, mas a dar aos mesmos o devido reconhecimento de sua vocação.
2 – Praticar a exortação e consolação mútuas (v.14) – que preceito interessante. Deve-se corrigir os que praticam desordem, deve-se animar os de baixa estima e depressivos, deve-se apoiar e ser suporte dos mais fracos na vida e nas circunstâncias e deve-se ter paciência com todos. Isso é sucesso espiritual.
3 – Excluir a vinganças de nossas relações (v.15) – quem é bem-sucedido na vida espiritual não se pode dar ao luxo (ou ao des-luxo) de se deixar levar por sentimentos de vingança e retaliação, mesmo quando quiser justificar suas ações como válidas contra alguém que lhe fez mal. Retribuir vingativamente faz mal ao outro (que pode até mesmo merecer, na concepção da maioria) e a nós também.
4 – Sorria de tudo (v.16) – regozijar é estar em um estado de alegria constante, independente das circunstâncias que nos cercam. Sorrir é o melhor remédio em muitas situações, exceto na morte (por que nela há luto envolvido). Mas quando orientamos as pessoas a sorrirem estamos querendo dizer que elas devem estar sempre contentes e alegres nas situações corriqueiras da vida, mesmo quando estas não lhes favorecem. Isso não é fácil pra ninguém, mas é algo a se alcançar.
5 – Possuir uma vida diária de oração (v.17) – todas as religiões e filosofias no mundo reiteram o valor especial das orações, meditações e períodos de isolamento diário. Isso não é exclusivo do Cristianismo ou do Judaísmo, mas penso que os cristãos são os que menos têm orado hoje. A prática da oração diária foi substituída por uma série de coisas, até mesmo coisas que parecem com orações, mas não são. Digo que da oração não se tira férias. Saímos em férias, mas nunca da oração.
6 – Adquirir um espírito de gratidão (v.18) – gratidão é uma coisa escassa. Só agradecemos a Deus quando recebemos as bênçãos materiais como o carro, a casa, o emprego que queremos, um bom casamento, a cura e afins. Não damos graças quando o carro quebra e por isso não olhamos em volta para ver se há algum propósito nisso; não agradecemos quando ficamos doentes e precisamos ir ao médico, e não pensamos que isso é um processo de cura de algo que nem sabíamos que estava em nós e Deus nos revelou para nos curar; não agradecemos quando perdemos o emprego e não vemos isso como uma parada necessária que Deus nos dá para o buscarmos mais. Posso escrever várias páginas sobre esse tema.
7 – Manter comunhão com o Espírito Santo (v.19) – Jesus nos disse que Ele e o Pai viram para habitar em nós (João 14.23), isso só é possível por causa do Espírito Santo. Ele é o poder da criação, o conhecedor da plena vontade do Pai e do Filho, Aquele que nos capacita com os dons sobrenaturais e é o selo que nos garante a eternidade ao lado de Deus, mas é o que a grande maioria dos cristãos ainda menos entende e com quem menos se relaciona. Deus veio morar em nós, e não sabemos o que isso significa ainda hoje.
8 – Não rejeite a espiritualidade dos outros (v.20) – todos podem profetizar, ter dons e serem usados por Deus na igreja. Não podemos fazer acepção de pessoas e nem podemos considerar que outros irmãos não são aptos para serem canais divinos em nosso meio. Não há algo como uma hierarquia espiritual ou preparo adequado para ser usado nos dons do Espírito. Ele usa quem quer a hora que quer e no lugar que desejar. Devemos ser humildes e prontos para compreender e aceitar que outras pessoas também são usadas por Deus além de nós.
9 – Ser positivamente crítico, não destrutivamente crítico (v.21) – reter o que é bom significa exatamente isso, reter o que é bom. A orientação de Paulo é apenas essa, examinar e reter, não criticar ou rejeitar prontamente. Se há críticas para serem feitas, devem ser feitas num espírito construtivo, não para destruir o ânimo ou a busca do outro. Somos “rápidos no gatilho” para atirar sem pensar ou não refletir o que estamos ouvindo, mas ao contrário, precisamos nos disciplinar para ouvir, refletir e reter o que é bom.
10 – Em relação ao mal, se posicionar assim: “na dúvida, lança fora!” (v.22) – essa é a melhor posição que podemos tomar em relação às coisas que nos trazem dúvidas existenciais ou nos fazem coxear entre dois pensamentos: não levar em consideração e lançar fora. Se o que está diante de nós apenas aparenta algo maligno, e temos convicção disso, então não devemos continuar a considerá-lo, devemos nos afastar. Afastar-se de toda a aparência do mal é coisa sábia a se fazer. Não podemos brincar de pular fogueira com ele.
11 – Procurar honrar a Deus com sua santidade pessoal (v.23) – este é um dos mais fortes problemas do mundo atual. É um dos maiores problemas na igreja, e não poderia ser diferente, pois estamos neste mundo também. O tema da santidade, da santidade do corpo e da vida é algo extremamente chocante para as pessoas, sejam cristãs ou não. Deus não deseja só a alma e o coração das pessoas, Ele também tem planos para o corpo delas. De alguma forma, tornou-se comum não levar em consideração a santidade do corpo como algo especial. Não só nas questões sexuais, mas também na ingestão do álcool, do cigarro, das drogas e na exposição deliberada do corpo ao perigo, a humanidade tem agredido constantemente uma das mais importantes leis divinas, a do cuidado do seu templo físico, esquecendo-se que prestarão a Deus contas pelo que fizeram com ele (I Coríntios 3:17).
12 – Orar pelos outros (v.25) – bom, se alguns cristãos têm deixado a vida pessoal de oração, o que dizer, então, do imperativo de orar pelos seus irmãos. Se a oração pessoal ocupa lugar último, a intercessão, nem lugar encontra. É comum nas reuniões de oração da igreja de hoje, orar apenas por si, por seus desejos pessoais, por seu sucesso profissional e financeiro, por seu casamento e por tudo em que o “eu ou o “meu” esteja em foco. Não digo que orar por essas coisas seja errado, pode e deve-se orar a Deus por isso, mas também se deve orar pelos outros irmãos, por aqueles que não fazem parte de sua família imediata, por aqueles que não fazem parte de seu círculo de amizade na igreja, por fim, por toda a igreja. Deve-se orar pelo mundo para que se converta, pelos governantes para que sejam sábios, contra todo o sistema opressivo e violente ao nosso redor e pelas coisas que ocupam o coração de Deus, como as missões, a volta de Cristo, o avivamento e etc.
Ter vida espiritual bem-sucedida é fácil no falar, mas no agir diário, é uma forte disciplina. Ninguém será bem-sucedido na vida sem disciplina e esforço, também na vida espiritual não será diferente. Aqui, nesta exposição, temos algumas coisas pra refletir e nos corrigir. Não desanime, inicie a jornada.
Pense nisso!
Carlos Carvalho
Pr. Sênior da Comunidade Batista Bíblica
PACTO DA SALVAÇÃO
O Conceito Correto do Pactum Salutis
Rev. Herman Hoeksema Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
1Como, então, devemos conceber o que usualmente chamamos de o
pactum saluti s, o qual prefiro chamar o conselho de paz?
2Tornou-se claro que esse conselho de paz não pode ser o mesmo que a vida pactual do próprio Deus. A vida pactual de Deus é de fato a base para o conselho de paz, mas não é o conselho de paz em si. O ser de Deus e o seu conselho devem ser distinguidos. O ser de Deus é o que ele é em si mesmo. O conselho de Deus representa aquilo que, com absoluta liberdade e soberania, ele determina e deseja. Certamente seu conselho está sempre em harmonia com o seu ser, mas não pode, sem algo adicional, ser derivado do ser de Deus imediatamente. O conselho de Deus é seu livre e soberano decreto. Se, portanto, podemos falar de um conselho de paz, esse conselho não pode ser identificado com a vida pactual no Deus triúno.
Nem (como temos mostrado) pode esse conselho ser identificado com o pacto como Deus o estabelece com o seu servo e com a igreja eleita em Cristo Jesus nosso Senhor. Isso é o que usualmente é designado como o pacto de graça, mas deve ser distinguido do conselho de paz. O pacto de graça não é o conselho de paz em si, mas antes a revelação e realização dele. No pacto de graça, Cristo aparece como homem em sua natureza humana, e como homem ele não pode ter nenhuma participação no decreto do Deus triúno. Portanto, se podemos fazer menção de um conselho de paz, então esse conselho de paz deve residir entre a vida triúna de Deus, que é a base de toda relação pactual com os homens, e o pacto estabelecido com Cristo e os seus como os amigosservos de Deus. Em outras palavras, o conselho de paz deve ser o decreto concernente ao pacto.
Tendo isso em mente e lembrando ao mesmo tempo que o pacto não pode ser concebido num sentido infralapsariano, como um meio para um fim, mas que ele mesmo é o propósito e o fim de todas as coisas nas obras de Deus, rocedente dele mesmo, definiríamos o conselho de paz como o decreto eterno de Deus de revelar sua vida pactual triúna, no sentido mais alto possível, no estabelecimento e realização de um pacto com a criatura procedente dele mesmo, num caminho de pecado e graça, de morte e redenção, para a glória do seu santo nome. Em outras palavras, o conselho de paz, que pode ser chamado também de simplesmente o conselho do pacto, é a vontade eterna ou o decreto eterno de DEUS.
1 E-mail para contato: felipe@monergismo.com. Traduzido em julho/2007.
2Nota do tradutor: Ver http://www.monergismo.com/textos/teologia_pacto/realizacao-finalpacto_hoeksema.pdf Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
www.monergismo.com
2
Deus de se revelar como o Deus que vive em si mesmo uma vida pactual
perfeita de amizade, de fazer isso recebendo um povo em sua comunhão
pactual e fazendo deles participantes, de uma forma criatural e segundo a
medida da criatura, de sua vida pactual, e assim fazendo com que eles provem
que o Senhor é bom. Esse é o elemento todo dominador no eterno
beneplácito de Deus, para o qual todos os outros elementos devem ser feitos
subservientes.
Fonte: Reformed Dogmatics – Volume 1, Herman Hoeksema,
Reformed Free Publishing Association, pg. 471-2.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Noite de Paz! Evangelho no Lar!
EVANGELHO NO LAR NA NOITE DE NATAL!
Sabemos que a noite de Natal, plena de encantamento e Amor, é um momento
único para as famílias cristãs. Assim, convidamos a todas as famílias para
realizarem uma noite de Natal diferente, lembrando e homenageando o
verdadeiro aniversariante, Jesus Cristo. Cada família, dedicando a noite de Natal
ao Culto Evangélico no Lar, a fim de que Jesus esteja nos lares, abençoando e
envolvendo a sua família e amigos presentes, em muita luz, paz e Amor. Pois
assim Ele disse: "Onde duas ou mais pessoas se reunirem em meu nome, ali
estarei!"
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Doação Pj e Invasão
Cada Invasor e Pescador é responsável de levar 1 CESTA BÁSICA, ROUPAS E MATERIAL INFANTIL (BALAS PIPOCAS E ETC...) para o campo! Se você não vai e deseja doar, é só entrar em contato com PR. JONATAS.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Natal Cristão
Apresentação Sino Cantante 2011 PIBBH
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.
Isaías 9:6
E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse
(Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria).
E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.
E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi),
A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:
Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:
Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.
Lucas 2:1-14
E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse
(Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria).
E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.
E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi),
A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:
Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:
Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.
Lucas 2:1-14
sábado, 17 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Namorar, ficar e transar ?
Namorar, ficar e transar ?
O homem um ser social
O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: "Não é bom que o homem esteja só..."(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que "Melhor é serem dois do que um..." (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.
Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: "Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)..." ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?
O que é ficar ?
Atualmente, a palavra "namoro" está fora de moda...para alguns. Agora, a maioria adolescentes e jovens "ficam". O que é há de diferente?
Já vimos que o namoro é um momento muito importante na vida da pessoa. ficar, segundo o que os jovens definem é “passar tempo com alguém, sem qualquer compromisso. Pode, ou não, incluir intimidades, tais como: beijos, abraços e mesmo, relações sexuais." Portanto, o ficar nada tem a ver com o namorar. Infelizmente, quando um jovem fala sobre "namoro", no sentido sério da palavra, torna-se, muitas vezes, alvo de piada e gozação, por parte dos colegas. Isso é um resultado (da distorção dos valores morais que vem sendo feita, principalmente pelos meios de comunicação). Nossos jovens sofrem a influência da mídia que apregoa a sensualidade e a liberação dos impulsos, sem censuras como forma de atuação prazerosa e mais autêntica, mais satisfatória. Tal comportamento leva à promiscuidade sexual, com suas tristes conseqüências.
Na década de 60 (no Brasil, a partir de 70/80), começou uma revolução sexual na Europa, enfatizando que homens e mulheres podiam desfrutar de direitos iguais, inclusive no "sexo livre". O que importava era a satisfação pessoal; a sensação do momento, sem a necessidade de qualquer ligação de sentimentos entre os parceiros. A queda, de lá para cá, foi vertiginosa e, assim, o namoro foi sendo deixado de lado e houve grande adesão ao ficar. Os jovens são pressionados a abandonar hábitos conservadores e a adotar as práticas pecaminosas ditadas pela cultura social.
Embora, aparentemente, haja muitas vantagens no “ficar", as desvantagens, especialmente para a mulher, são inúmeras também. Entre elas, podemos mencionar o fato de que ela vai ficar mal vista, mal falada, vai estar sujeita a uma gravidez indesejada, enfim muitas são as tristezas. É importante que você, mulher, se lembre de que não é um objeto descartável: usado agora, jogado fora depois. Infelizmente, os jovens evangélicos são alvo da mesma pressão e da mesma gozação. Por isso, apenas uma minoria discorda dos padrões e das práticas pecaminosas ditadas pela cultura secular. Os jovens -homens e mulheres -principalmente os que querem levar Deus a sério em suas vidas, precisam observar, cuidadosamente, o que Ele diz em Sua Palavra, antes de envolver-se com alguém. É óbvio que o "ficar" não deve ser uma prática para esses jovens.
E o transar ?
Este é um tema que tem sido alvo de muitos debates e discussões. Parece que agora, é muito "careta" quem não transa, não é mesmo? Por isso, as pessoas que ainda querem ser sérias nos seus relacionamentos, acabam passando por situações bem desagradáveis. São objeto de gargalhadas de ironias, de dúvida por parte de colegas, de escola ou de trabalho - de pessoas mais velhas e - pasmem! - de ”irmãos e irmãs” da igreja. Além disso, as jovens ficam com medo de "perder" aquele rapaz "lindo e maravilhoso" e cedem à tentação, quando ele diz: "Querida, prove que me ama realmente e transe comigo... "Este é o golpe mais velho e mais baixo que existe! Ele, na verdade, não a ama, não está nem um pouco preocupado com ela nem com as conseqüências que ela - apenas ela - vai enfrentar! Ele só quer se divertir com o corpo dela! A única resposta para esse convite é a mesma de sempre: "Se você realmente me ama, poderá esperar pelo casamento.” Muitos jovens cristãos acabam cedendo às pressões da mídia , dos colegas, dos amigos e começam a achar que o que todo mundo faz é que está certo e que eles não podem se apresentar como seres alienígenas. Passam a viver "uma vida dupla: na igreja, são os 'certinhos'; fora dela, agem conforme seus desejos mandarem."
Mas a Palavra de Deus condena o "transar", pois afirma que a relação sexual é um privilégio do casamento. Na verdade, ela é a terceira etapa, e não a primeira. "Em Gn. 2:24, lemos: 'Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.' Desde Adão e Eva, o próprio Deus ordenou que houvesse uma formalização do compromisso matrimonial, através do 'deixar pai e mãe', com a bênção destes que são autoridades, sobre nós, enquanto solteiros. Além destas autoridades, devemos obediência às leis do nosso país. Num segundo passo, o homem 'se une à sua mulher'. A referência é àquela mulher com quem vai se casar, e não a qualquer mulher que se olhar na rua. Assim, numa terceira etapa, os dois serão 'uma só carne'. Só após as duas primeiras terem sido cumpridas, é que vem a hora da relação sexual, e não antes. Esta idéia existe tanto no Velho como no Novo Testamento, pois este versículo é citado por Jesus (Mt. 19:5) e por Paulo (I Co. 6: 16)."
Deus não estimula, de jeito algum, a "transa". Muito pelo contrário. Várias passagens bíblicas, condenam o relacionamento sexual fora do casamento: At. 15:29; 21 :25; I Co. 6: 13-18; II Co. 12:21; I Ts. 4:3- 5. Entretanto, Hb. 13:4, Deus valoriza o casamento. Lemos ali: "Digno de honra entre todos, seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". Deus também aprova a relação sexual dentro do casamento. "Para o povo judeu, a relação sem pecado, era aquela em que as pessoas entravam virgens para o casamento, como descrito em Dt. 22:13-21."
Querida jovem, sei que você precisa de muita força para enfrentar tudo o que o mundo está exigindo e oferecendo para você. Entretanto, procure se fortalecer com a Palavra de Deus, ocupar sua mente e seu tempo com coisas boas e aceitar o desafio de ir contra a maioria. Lembre-se de que quando sabemos que somos amados pelo que somos, e não pelo nosso físico, tornamo-nos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos mais livremente, porque já não tememos a rejeição. já não precisamos nos preocupar em como vamos agradar o nosso companheiro. Lembre-se. também do que dizem as Escrituras em Eclesiastes 12:1 "Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver."
A oração ainda é essencial
Depois de considerar, racionalmente e não emocionalmente apenas, se a pessoa que você escolheu é alguém com quem você gostaria de passar toda a sua vida leve o assunto para Deus em oração. Há um hino que diz que não precisamos perder a paz quando levamos nossos problemas ao nosso amigo Jesus, pois Ele sempre nos atende em oração. Espere pelo Senhor (Salmo 27: 14). Ele sempre sabe o que é melhor para você. Nunca tome uma decisão nunca inicie um envolvimento sem ter certeza de que Deus está abençoando esse relacionamento, de que é aprovado por seus pais e de que você ama realmente aquela pessoa. Com certeza, você será bem sucedida na escolha que fizer.
O fim do namoro é o casamento
A finalidade, o objetivo do namoro é o casamento; mas o casamento não é o fim do namoro. Na verdade, o namoro deve continuar pelo resto da vida a dois. O namoro continua sendo muito importante dentro do casamento. Quando o fim do namoro é o casamento, grandes são as chances desse casamento desmoronar.
É interessante que, durante o período de namoro, muitas são as juras de amor eterno, os presentes, os programas, as roupas bonitas, os penteados cheios de cuidados, os perfumes, as gentilezas etc. Entretanto, aqueles que consideram que o fim do namoro é o casamento, abandonam todas ou quase todas essas práticas e passam a agir de modo totalmente inverso! Essa é uma das razões pela qual os casamentos acabam durando muito pouco. É preciso continuar perdoando, amando, protegendo e valorizando o cônjuge. Muitos maridos passam a agir exatamente como agiriam após haverem "transado" com a namorada - isto é, passam a tratar a esposa com indiferença, sem qualquer interesse nela. Por outro lado, as mulheres também, muitas vezes, perdem todo o encanto, pois já não se arrumam como se arrumavam, já não usam aquele perfume que o namorado tanto apreciava (quando não ficam mal-cheirosas), esquecem-se de que o seu corpo é "o templo do Espírito Santo" e deixam de cuidar dele, tornam-se relaxadas com tudo. Tanto o marido como a mulher precisam estar atentos para que o namoro tenha sua continuação no casamento. Esposas continuam gostando de ganhar um presente, de receber flores, de sair para jantar, de ouvir elogios sobre sua aparência etc., exatamente como quando eram namoradas. Os esposos, por sua vez, continuam gostando de ver sua "namorada" com os cabelos penteados, limpas, cheirosas, de comer algo feito especialmente para ele, de ouvir palavras de amor. "Lembre-se de que a frase Eu amo você! , dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e pré-dispõe o aprofundamento de raízes.
Sylvia Oliveira Nocetti
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Pr. Rubens Teixeira contesta artigo de Jornalista da ‘Época’ onde diz que evangélicos não respeitam ateus
A forma preconceituosa e intolerante do texto escrito pela jornalista expõe os próprios ateus.
No dia 14 de novembro do site da Revista Época publicou o artigo “A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico”, de autoria da jornalista Eliane Brum. O texto tenta mostrar ao leitor que os ateus são tratados com intolerância pelos evangélicos do Brasil.
Eliane Brum reproduziu em sua parábola, o diálogo travado entre um taxista evangélico e sua passageira, uma jornalista ateia. O texto vem rendendo-lhe críticas por parte de evangélicos, devido à maneira como a questão foi tratada por ela.
O economista e pastor Rubens Teixeira, da Assembleia de Deus no Rio de Janeiro, postou em seublog um vídeo no qual contesta o artigo escrito pela jornalista.
Para ele, a jornalista foi infeliz e expôs os próprios ateus, pois, por conter na essência do texto um preconceito contra os evangélicos, ela deixou brechas para alguns fazerem um péssimo e generalizado juízo contra os ateus.
Abaixo a íntegra da gravação:
“Eliane Brum, li sua matéria intitulada “A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico” publicado no site da Revista Época, em 14/nov/11. De imediato, respeito suas opiniões lá contidas e a sua fé de que Deus não existe, embora discorde dela. Digo que o ateísmo é uma forma de fé, por não se conseguir provar que Deus existe ou não, e, cientificamente, é possível a prova da existência ou não de algo, ao contrário do que muitos afirmam. Basta lembrar dos símbolos de ‘existe’ e ‘não existe’, muito usados na física, na matemática e em outras ciências. Tenho certeza que Deus existe. Eu falo sempre com Ele e Ele comigo. Assim, eu creio que Deus existe por fé. Você crê que Ele não existe, também por fé.
Imagine que moramos em uma rua, eu, você e muitas outras pessoas e alguém passa a anunciar que na primeira casa da rua agora mora o senhor José. Nós podemos acreditar que é verdade, mentira ou desprezarmos o tema, mas, se formos honestos, nada poderemos afirmar se não conferirmos. Assim é Deus. Você pode acreditar que Ele existe ou que ele não existe. Mas para afirmar, tem de conferir. Afirmarmos sem conferirmos pode ser interpretado como uma atitude leviana. Ele não existirá ou deixará de existir apenas por conta da nossa opinião.
Imagine que as igrejas afirmam que Deus existe e várias pessoas vão lá e confirmam tal afirmativa, que tiveram experiência com Ele, foram curadas, foram confortadas, transformadas, enfim. Essas pessoas estariam mentindo? Será? Você não acha que as pessoas que buscam uma experiência com Deus, se verificassem que isso fosse uma farsa não sairiam denunciando a enganação?
Se Deus não existisse, as igrejas seriam o maior laboratório de comprovação da inexistência dEle, pois elas anunciam Sua existência. As pessoas que para lá se dirigem com o objetivo de encontrar Deus, se concluíssem que isto não fosse verdade, sairiam das igrejas afirmando que Deus não existe ao serem frustradas no desejo de conhecê-Lo.
Eu sigo o Evangelho de Jesus Cristo. O significado de evangelho, para nós, é boas novas. Acho extraordinário e isso me encoraja a compartilhar com as pessoas que eu gostaria que o conhecesse. Por isto os evangélicos, felizes com o que seguem, gostam de compartilhar com ouras pessoas. Lógico, até o limite que o ouvinte se disponha a ouvir. Não pode ser algo forçado.
Em sua parábola, você diz que certa jornalista puxou conversa com um taxista. Ora, quem procura conversar com alguém que está calado, deve ter a disposição de ouvir o interlocutor, do jeito que ele é. Se você inicia um diálogo para ouvir o que você gostaria, é melhor fazer o crivo de qual sejam as opiniões do seu interlocutor e, percebendo contrariedades, encerrar a conversa, o quanto antes. Do contrário, muito provavelmente você vai ouvir algo que discorda. Se você não gostar de ser contrariada, o melhor é manter o silêncio preventivo. Não podemos nos sentir desrespeitados só porque fomos contestados.
Nós evangélicos, cremos que estaremos salvos da condenação eterna pelos nossos pecados, através de Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou para nos garantir a salvação. Não é pelas obras que estaremos salvos. O taxista estava certo ao fazer esta afirmação. A forma de falar, cada um tem a sua. Como você demonstrou seu estilo neste artigo, o taxista e as demais pessoas também têm os seus.
A jornalista de sua parábola disse que não quer ser salva. Acho que o termo salvação denota escape de algo ruim. Não sei realmente a extensão dessas palavras. Não sei como argumentar com relação a isso. Ela realmente não quer mesmo ser salva? Declarou isto por ironia? Seria respeitoso? Se não formos claros, tolerantes e respeitosos, pareceremos dois surdos, de costas, conversando.
Para compor sua parábola, você selecionou uma pessoa simples e concluiu coisas que o taxista não estava dizendo. Ele dizia uma coisa e a jornalista, estabelecendo hipóteses, seguiu a conclusão que favorecia seu desfecho. Ou seja, avocou para si o direito de dizer qual é a opinião do taxista, sem preocupar-se exatamente qual seja a mensagem que ele pretendia passar e qual o contexto que ele considerava em suas mensagens. Quando agimos assim, além do preconceito, estamos demonstrando pouca sensibilidade ao que as pessoas pensam. É como se nós é quem dizemos o que as pessoas estão pensando, não elas mesmas. Não é isto um comportamento inadequado para um pensamento honesto, tolerante e justo?
Quando alguém fala algo para nós, devemos identificar como esta pessoa contextualiza e o que ela pretende que nós entendamos, não o que nós queremos entender para concluirmos o que queremos, em especial quando nossas palavras agridem uma ou mais pessoas. Você disse que Jesus pregava tolerância. Sim, tolerância às pessoas, não aos erros. Seria bom você meditar sobre este tema: tolerância.
Quando convidamos alguém para ir à igreja, é um ato de carinho e consideração. Não uma ofensa. Quando alguém sente-se ofendido, é uma inversão de sentido que parte de quem se ofende. Já imaginou se eu me ofendesse quando um católico me convidasse a ir em sua igreja? Ou mesmo se um agnóstico me chamasse para uma reunião? Ele está me chamando para um ambiente nobre para ele.
A tolerância e o respeito ao direito dos ateus e crentes, de um modo geral, de crer ou não crer em algo, é uma premissa do evangelho. A aceitação do evangelho só tem valor se for voluntária. A Bíblia fala isto. Portanto, quem faz diferente está errado.
Tenho muitos vídeos na internet falando sobre temas variados. Algumas pessoas podem discordar de opiniões que apresento nos vídeos. Isto é normal. Contudo, pessoas que se identificam como ateus, por vezes, me ofendem, com argumentos frágeis, genéricos e de forma arrogante, demonstrando preconceito, por intermédio de vídeos, e-mails ou Twitter. Contudo, há outros que se identificam como ateus que mandam e-mails contestando-me, sem me ofenderem. Apenas apresentam suas opiniões. Fico feliz ao recebê-los. Não me sinto ofendido.
Assim, as ofensas a mim dirigidas pela internet não me dão o direito de dizer que os ateus são intolerantes, arrogantes ou preconceituosos. Posso dizer que são alguns poucos, mas conheço muitos outros que toleram e respeitam a minha fé. Eu também os respeito. Eles têm o direito de acreditar no que quiserem e eu também. Busco confirmações de tudo que eu acredito. Eu mesmo investigo e atesto o que acredito, falo e sigo a respeito da minha fé.
Aumento ou diminuição do número de crentes ou ateus, não ameaça nem privilegia um ou outro grupo para fins de liberdade de opinião, expressão ou religiosa. Conflitos de opiniões há entre famílias, amigos, colegas, torcedores, etc. Você elegeu um dos muitos temas, focos naturais e históricos de discordâncias, colocando a discordância como forma de preconceito ou ofensa, quando as coisas não são bem assim. Há mais discussões, debates, brigas e até mortes, no Brasil, por conta de rivalidades no futebol do que entre religiosos e ateus. Você exagerou um pouco aí, não acha?
Com relação às mudanças sociológicas, culturais, sabemos que no mundo inteiro, no espaço e no tempo, isso é uma dialética continuada. Não há muito o que fazer, apenas tentar influir da melhor maneira, sempre com tolerância e respeito.
Evangélicos pentecostais, neopentecostais, tradicionais, são todos evangélicos. Um evangélico reconhece outro pela sua profissão de fé, não pelo nome da sua igreja. Você associa os neopentecostais ao capitalismo. E os ateus, seriam o que, socialistas? Qual seria a melhor associação fé versus sistema político-econômico? Tem algo a ver esta análise? Acho que ficaram confusas as coisas aí. Tudo bem. Vamos deixar para lá este ponto.
Em seu texto, você afirma que vender produtos religiosos para ateus é como vender gelo para esquimó. Não, não é. Esquimó provavelmente não compraria gelo porque ele tem em excesso o produto que lhe seria vendido. Por outro lado, ateus não possuem artigos religiosos por falta de interesse, não por terem em excesso. Há uma diferença fundamental aí. Comparação boa seria, por exemplo, você dizer que oferecer drogas, vícios ou prostituição para evangélicos é o mesmo que oferecer esgoto como alimento para alguém saudável.
Com relação a ser ateu ou agnóstico, acho que ateus afirmam que Deus não existe, sem provar. Possuem uma forma de fé. Agnósticos, não afirmam se Deus existe ou não. Acho mais razoável ter dúvida do que afirmar algo sem ter comprovação, a menos que seja por fé, que deve fundamentar-se em algo, pelo menos para si mesmo. Aos agnósticos, eu aconselho a continuarem investigando sobre a existência de Deus.
A matéria faz referência a muitos prêmios jornalísticos que você recebeu. Cumprimento-a por cada um deles. Contudo, você faz uma afirmação ao final que me deixa muito preocupado, em especial porque a sua profissão lida com informação. Você afirma que “Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele”.
Ora, se Deus existe, por dever de verdade, devo afirmar que Ele existe. Se eu admito a hipótese de Ele existir e quero o direito de dizer o contrário, ou seja, o que não seria verdade, deixa de ser uma dúvida, um questionamento, mas sim um pleito por um direito de negar uma verdade. Isto é algo inadmissível para a ciência, para a fé e, profissionalmente, extremamente pernicioso quando se trata da profissão de jornalista, como para todas as demais.
Como tenho um ânimo muito forte de achar que você é uma pessoa que luta para ser honesta e ter boa fé, só me resta ser generoso e acreditar firmemente que você tenha se colocado muito mal neste seu artigo. Você generalizou uma leitura preconceituosa contra evangélicos e deixou muitas brechas para alguns, desprevenidos, fazerem um péssimo e generalizado juízo contra os ateus, ainda que de forma injusta para muitos.
Parabéns pelas suas qualidades!
Muito obrigado pela sua atenção!
Rubens Teixeira”
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